Um programa de televisão em 1988 conseguiu juntar três das maiores mentes científicas do planeta no final do século XX: Stephen Hawking (físico teórico e cosmologista), Carl Sagan (astrónomo, astrofísico e cosmologista) e o romancista Arthur C. Clarke.
Os três conversam sobre a grande teoria unificadora, o big bang, o conceito de tempo, buracos negros, vida extraterrestre, Marte e até a existência de Deus.
O programa tem o título sugestivo de "Deus, o Universo e tudo o resto". Vale a pena rever. Um momento único.
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domingo, 29 de junho de 2014
DD - Documentários ao Domingo: Carl Sagan, Stephen Hawking e Arthur C. Clarke conversam sobre "Deus, o Universo e tudo o resto"
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domingo, 22 de junho de 2014
DD - Documentários ao Domingo: A primeira viagem de uma tripulação humana pelo sistema solar (parte 2)
A BBC exibiu em 2004 o documentário "Space Odyssey - Voyage to the Planets", muito interessante e que vale a pena ver ou rever.
O documentário ficcionado imaginava, com base em factos científicos e tecnologia actual ou por conceber a breve prazo, como será a primeira viagem de uma tripulação humana, numa nave chamada Pegasus, até aos outros planetas do sistema solar num futuro próximo, os primeiros passos da exploração do universo e a procura de vida extraterrestre.
Na série de ficção "Defying Gravity" (2009), exibida pelo canal de televisão americano ABC, uma tripulação humana faz uma viagem semelhante, mas a bordo de uma nave chamada Antares, à procura de objectos supostamente extraterrestres em diferentes planetas do nosso sistema solar. A história prometia, mas a série foi interrompida após 13 episódios.
Um documentário em duas partes (+- 100 minutos) cujo segundo e último episódio apresentamos hoje.
O documentário ficcionado imaginava, com base em factos científicos e tecnologia actual ou por conceber a breve prazo, como será a primeira viagem de uma tripulação humana, numa nave chamada Pegasus, até aos outros planetas do sistema solar num futuro próximo, os primeiros passos da exploração do universo e a procura de vida extraterrestre.
Na série de ficção "Defying Gravity" (2009), exibida pelo canal de televisão americano ABC, uma tripulação humana faz uma viagem semelhante, mas a bordo de uma nave chamada Antares, à procura de objectos supostamente extraterrestres em diferentes planetas do nosso sistema solar. A história prometia, mas a série foi interrompida após 13 episódios.
Um documentário em duas partes (+- 100 minutos) cujo segundo e último episódio apresentamos hoje.
domingo, 8 de junho de 2014
DD - Documentários ao Domingo: Viagem a Pandora, entre a realidade e a ficção
Um documentário assaz interessante, que revisita a viagem interestelar dos humanos até à lua Pandora, que orbita um planeta gigante gasoso Polyphemus, retratada no filme "Avatar" de James Cameron. Na realidade, tanto a lua como o planeta são fictícios, mas inspiram-se num sistema estelar vizinho do nosso, o sistema estelar triplo do Centauro, composto pelas estrelas Próxima do Centauro (Alfa do Centauro C), Alfa do Centauro A e B. Estas são as três estrelas mais próximas do nosso Sol, a aproximadamente 4,5 anos-luz da Terra.
O documentário faz a parte das coisas, entre a realidade científica actual e a ficção científica.
O documentário faz a parte das coisas, entre a realidade científica actual e a ficção científica.
domingo, 25 de maio de 2014
DD - Documentários ao Domingo: Os exoplanetas semelhantes à Terra
Um documentário recente sobre os exoplanetas semelhantes à Terra, que podem até nem ser tão raros como se pensava no Universo, como sugere um novo estudo. Uma em cada cinco estrelas observadas pela missão Kepler tem planetas na sua zona habitável, onde o aparecimento de água líquida é teoricamente possível. Nesse caso, o exoplaneta mais próximo que pode abrigar vida estará apenas a 12 anos-luz da Terra...
domingo, 18 de maio de 2014
DD - Documentários ao Domingo: As descobertas do telescópio Spitzer
As descobertas de exoplanetas feitas pelo telescópio espacial Spitzer, explicadas durante uma conferência promovida pela Nasa.
A conferência data de 2008, mas é interessante rever o que foi possível descobrir graças ao Spitzer: os cientistas puderam elaborar o primeiro mapa meteorológico de um exoplaneta a 250 anos-luz da Terra, observar o espaço profundo em torno de anãs castanhas, o comportamento das potentes estrelas de neutrões (pulsares) e até planetas em formação em sítios bizarros.
Conferencista: Michelle Thaller, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Nov.2008)/Créditos: NASA Jet Propulsion Laboratory (JPL)
A conferência data de 2008, mas é interessante rever o que foi possível descobrir graças ao Spitzer: os cientistas puderam elaborar o primeiro mapa meteorológico de um exoplaneta a 250 anos-luz da Terra, observar o espaço profundo em torno de anãs castanhas, o comportamento das potentes estrelas de neutrões (pulsares) e até planetas em formação em sítios bizarros.
Conferencista: Michelle Thaller, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Nov.2008)/Créditos: NASA Jet Propulsion Laboratory (JPL)
domingo, 11 de maio de 2014
DD - Documentários ao Domingo : O futuro na detecção de exoplanetas
O engenheiro aeroespacial Jeremy Kasdin, da Universidade de Princeton, fala-nos sobre o que os cientistas estão a conceber para a futura detecção de exoplanetas potencialmente habitáveis.
domingo, 4 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
DD - Documentários ao Domingo: Star Trek, entre a realidade e a ficção
No documentário de hoje, o canal História e o seu programa "Segredos do Universo" visitam o último filme "Star Trek - Into Darkness" , de JJ Abrams para estudar seriamente o que nos falta para chegar a essa realidade: construir uma nave como a USS Enterprise, viajar até às estrelas tão facilmente como o fazem em Star Trek, explorar planetas fora do nosso sistema solar, a física da velocidade warp , entre muitos outros aspectos, entre a realidade da tecnologia actual e a ficção do que mostra o filme. O realizador do filme e conceituados cientistas participaram neste documentário.
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sábado, 5 de abril de 2014
DD - Documentários ao Domingo: O Big Bang de João Magueijo
O cosmologista e físico teórico João Magueijo nasceu em Évora, em 1967, e faz hoje parte do Grupo de Física Teórica do Imperial College, em Londres.
É autor da Teoria VSL (Velocidade Variável da Luz), que veio questionar a premissa mais básica da Teoria da Relatividade de Einstein, a de que a velocidade da luz no vácuo é sempre constante, e põe assim em questão o postulado de que a velocidade da luz é imutável..
Magueijo licenciou-se em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e mudou-se depois para Cambridge, em Inglaterra.
Contou com uma bolsa do Trinity College para fazer o mestrado e o doutoramento, acabando por permanecer como investigador no St. John's College.
João Magueijo recebeu aos 11 anos um livro de seu pai que tinha sido escrito por Albert Einstein e Leopold Infeld, obra que diz ter revolucionado a sua vida.
É autor da Teoria VSL (Velocidade Variável da Luz), que veio questionar a premissa mais básica da Teoria da Relatividade de Einstein, a de que a velocidade da luz no vácuo é sempre constante, e põe assim em questão o postulado de que a velocidade da luz é imutável..
Magueijo licenciou-se em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e mudou-se depois para Cambridge, em Inglaterra.
Contou com uma bolsa do Trinity College para fazer o mestrado e o doutoramento, acabando por permanecer como investigador no St. John's College.
João Magueijo recebeu aos 11 anos um livro de seu pai que tinha sido escrito por Albert Einstein e Leopold Infeld, obra que diz ter revolucionado a sua vida.
domingo, 30 de março de 2014
DD - Documentários ao Domingo: O que nos falta para viajar até outras estrelas?
Viajar até outros sistemas estelares é um dos sonhos de alguns homens desde as primeiras histórias que evocavam outros mundos, textos escritos por clarividentes autores gregos e romanos, quando a maior parte da Humanidade ainda nem suspeitava da existência de outros planetas.
Do sonho à realidade
Esse sonho foi alimentado pela literatura de ficção e posteriomente a de ficção-científica. A palavra foi inventada nos anos 1920 pelo americano de origem luxemburguesa Hugo Gernsback, editor da revista Amazing Stories, e que na sua publicação deu a sua primeira oportunidade a jovens autores como H. P Lovecraft, Arthur C. Clarke, Isaac Asimov, Robert A. Heinlein, entre muitos outros.
Mas em 1961, depois do russo Yuri Gagarine se ter tornado o primeiro ser humano a viajar no espaço e de a corrida espacial ter realmente começado como um despique entre Estados Unidos e URSS, esse sonho transformou-se num objectivo.
Onde já chegámos
Hoje, mais de 50 anos depois, apenas um círculo restrito de 600 seres humanos viajaram até ao espaço.
A nível internacional poucos países investem em agências espaciais nacionais, e destas apenas quatro puseram homens no espaço: a agência norte-americana Nasa, a agência russa Roskosmos, a agência europeia ESA e a chinesa CNSA.
O lugar mais longíquo até onde o Homem chegou foi a Lua, o nosso próprio satélite.
Onde queremos chegar
O planeta mais próximo do nosso, Vénus, é um destino que não está, para já, no nosso itinerário de viagens tripuladas por ser um mundo mergulhado em chamas perpétuas e por isso inóspito ao Homem.
Marte, o segundo mais próximo, parece mais acolhedor. Com uma atmosfera 150 vezes menos densa que a da Terra, para aí viver o Homem terá que criar habitats próprios.
O que falta
Mas o que nos falta técnica, tecnologica e financeiramente para tornarmos as viagens interestelares uma realidade?
Melhor do que dissertar sobre a falta de interesse de potenciais investidores, dos limites das tecnologias actualmente existentes ou das que estão neste momento a ser inventadas e que nos permitiriam alcançar esse objectivo num futuro próximo, pensámos que apresentar-vos um documentário do canal National Geographic seria mais interessante e esclarecedor.
Partindo de uma premissa fictícia - que a Terra tem que ser evacuada dentro de 75 anos, ameaçada por um pulsar - a equipa do canal National Geographic entrevista físicos, astrónomos e engenheiros espaciais e explora as possibilidades reais, a curto e médio prazo, de viajarmos para fora do nosso planeta se realmente o tivéssemos que fazer.
Do sonho à realidade
Esse sonho foi alimentado pela literatura de ficção e posteriomente a de ficção-científica. A palavra foi inventada nos anos 1920 pelo americano de origem luxemburguesa Hugo Gernsback, editor da revista Amazing Stories, e que na sua publicação deu a sua primeira oportunidade a jovens autores como H. P Lovecraft, Arthur C. Clarke, Isaac Asimov, Robert A. Heinlein, entre muitos outros.
Mas em 1961, depois do russo Yuri Gagarine se ter tornado o primeiro ser humano a viajar no espaço e de a corrida espacial ter realmente começado como um despique entre Estados Unidos e URSS, esse sonho transformou-se num objectivo.
Onde já chegámos
Hoje, mais de 50 anos depois, apenas um círculo restrito de 600 seres humanos viajaram até ao espaço.
A nível internacional poucos países investem em agências espaciais nacionais, e destas apenas quatro puseram homens no espaço: a agência norte-americana Nasa, a agência russa Roskosmos, a agência europeia ESA e a chinesa CNSA.
O lugar mais longíquo até onde o Homem chegou foi a Lua, o nosso próprio satélite.
Onde queremos chegar
O planeta mais próximo do nosso, Vénus, é um destino que não está, para já, no nosso itinerário de viagens tripuladas por ser um mundo mergulhado em chamas perpétuas e por isso inóspito ao Homem.
Marte, o segundo mais próximo, parece mais acolhedor. Com uma atmosfera 150 vezes menos densa que a da Terra, para aí viver o Homem terá que criar habitats próprios.
O que falta
Mas o que nos falta técnica, tecnologica e financeiramente para tornarmos as viagens interestelares uma realidade?
Melhor do que dissertar sobre a falta de interesse de potenciais investidores, dos limites das tecnologias actualmente existentes ou das que estão neste momento a ser inventadas e que nos permitiriam alcançar esse objectivo num futuro próximo, pensámos que apresentar-vos um documentário do canal National Geographic seria mais interessante e esclarecedor.
Partindo de uma premissa fictícia - que a Terra tem que ser evacuada dentro de 75 anos, ameaçada por um pulsar - a equipa do canal National Geographic entrevista físicos, astrónomos e engenheiros espaciais e explora as possibilidades reais, a curto e médio prazo, de viajarmos para fora do nosso planeta se realmente o tivéssemos que fazer.
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domingo, 16 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
domingo, 8 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
domingo, 24 de novembro de 2013
DD- Documentários ao Domingo: Descobrindo o espaço profundo
Um documentário britânico sobre os telescópios do século XXI que estão a permitir aos astrónomos observar o espaço profundo como nunca antes.
Primeiro, o Very Large Telescope (VLT), no Chile, um projecto imaginado em 1977, lançado dez anos mais tarde, mas cujos 4 telescópios só começaram a trabalhar em conjunto há três anos.
Graças ao VLT, os astrónomos estão a descobrir o espaço profundo, que não era possível observar há cinco ou dez anos. De repente, no espaço negro e profundo, começou a aparecer a luz de corpos celestes que estavam "invisíveis" e a milhões de anos-luz.
Já ouviram falar no Sofia? O Sofia é um avião jumbo reconvertido em telescópio, ou melhor é o "Observatório Estratosférico para a Astronomia por Infra-Vermelhos" ou "Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy" (Sofia), um projecto da Nasa com cooperação alemã. O primeiro voo deu-se em 2007, mas esta é a primeira vez que uma equipa de televisão sobe a bordo.
Estes são apenas dois exemplos, mas há mais, e alguns deles podem até nem parecer telescópios.
Um filme de 60 minutos, sem o funtástico astrónomo "star" inglês Brian Cox, mas com o cunho sério da BBC. Muito bom. E a voz off envolvente de Sara Mendes da Costa.
Primeiro, o Very Large Telescope (VLT), no Chile, um projecto imaginado em 1977, lançado dez anos mais tarde, mas cujos 4 telescópios só começaram a trabalhar em conjunto há três anos.
Graças ao VLT, os astrónomos estão a descobrir o espaço profundo, que não era possível observar há cinco ou dez anos. De repente, no espaço negro e profundo, começou a aparecer a luz de corpos celestes que estavam "invisíveis" e a milhões de anos-luz.
Já ouviram falar no Sofia? O Sofia é um avião jumbo reconvertido em telescópio, ou melhor é o "Observatório Estratosférico para a Astronomia por Infra-Vermelhos" ou "Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy" (Sofia), um projecto da Nasa com cooperação alemã. O primeiro voo deu-se em 2007, mas esta é a primeira vez que uma equipa de televisão sobe a bordo.
Estes são apenas dois exemplos, mas há mais, e alguns deles podem até nem parecer telescópios.
Um filme de 60 minutos, sem o funtástico astrónomo "star" inglês Brian Cox, mas com o cunho sério da BBC. Muito bom. E a voz off envolvente de Sara Mendes da Costa.
domingo, 17 de novembro de 2013
DD - Documentários ao Domingo - Os Mistérios da Via Láctea
A descoberta dos mistérios da nossa galáxia, desde os tempos de Galileu, passando por Newton, Herschel até à descoberta do que era a "Nebulosa de Andrómeda" e o avistamento de exoplanetas.
É o episódio 15 da temporada 37, da série "Nova".
É o episódio 15 da temporada 37, da série "Nova".
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