Os cientistas da NASA estão intrigados com o aparecimento misterioso no solo de Marte de uma rocha com a forma de um donut recheado, que alguns dias antes não estava naquele lugar.
O objecto, pequeno e redondo, aparece numa imagem recolhida no dia 8 de Janeiro pela sonda Opportunity, mas não numa imagem do mesmo local recolhida no dia 26 de Dezembro passado.
"Parece um donut com doce, branco à volta, vermelho no meio", disse Steve Squyres, o principal investigador do programa Mars Exploration Rovers, que descreveu a cor do centro da rocha como "um vermelho escuro estranho, não um vermelho do tipo marciano", que é um tom mais parecido com ferrugem.
Os cientistas avançam com a teroria que a rocha poderá ser um fragmento de um meteoro que tenha caído entre 26 de Dezembro e 8 de Janeiro próximo do rover Opportunity. Na verdade, ainda procuram uma explicação lógica.
(Esta notícia foi igualmente publicada no site wort.lu/pt)
Mostrar mensagens com a etiqueta meteoritos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta meteoritos. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Chuva de meteoros na madrugada de sexta-feira, dia 3 de Janeiro de 2014
Na madrugada desta sexta-feira, dia 3 de Janeiro, tem lugar o pico de actividade da primeira chuva de meteoros do ano: as Quarantídas.
Se as condições meteorológicas o permitirem em lugares que sejam muito escuros será possível observar algumas dezenas de meteoros por hora. Estes meteoros parecem surgir de região do céu (o radiante) ocupada pela antiga constelação de Quadrans Muralis, daí o nome desta chuva de estrelas.
Actualmente esta parte do céu pertence à constelação do Boieiro. Nesta constelação destaca-se Arcturus, a quarta estrela mais brilhante do céu nocturno. Esta é uma estrela gigante alaranjada com 25,7 vezes o raio do Sol que, ao contrário deste, já terá esgotado todo o hidrogénio do seu núcleo.
Nesta região do firmamento encontramos outros objectos interessantes tais como Lambda Bootis, uma estrela com brilho variável e uma composição química peculiar (e por isso bastante estudada), e Épsilon Bootis um sistema estelar triplo. Este sistema estelar é composto por uma estrela amarela-alaranjada, outra azulada e ainda uma terceira estrela tão pouco brilhante que só é visível recorrendo a telescópios profissionais.
Durante a madrugada do dia 4 de Janeiro, a Terra atinge o seu periélio: o ponto da sua orbita mais próxima do Sol. Neste dia o planeta recebe mais 7% de energia do que fará no dia de maior afastamento do Sol (este ano a 3 de Julho).
No entanto tal diferença é pouco significativa em comparativamente à provocada pela variação da altura do Sol ao longo do ano, esta sim responsável pela existência de estações do ano.
Na noite de dia 5 Júpiter encontrar-se-á na direcção oposta à do Sol. Esta é dos períodos em que a Terra está mais perto de Júpiter.
Igualmente por estes dias encontramos Júpiter totalmente iluminado e, tal como sucede na Lua Cheia, iremos vê-lo bem alto no céu por volta da meia-noite. Assim esta é uma das melhores ocasiões para se observar Júpiter e as suas Luas.
A Lua Nova marcou o primeiro dia deste mês de Janeiro e marca também o penúltimo. O quarto crescente tem lugar na madrugada de dia 8, com a Lua na constelação dos Peixes. Na madrugada de dia 16 de Janeiro ocorre a Lua Cheia, com esta junto à constelação do Caranguejo.
Já uma semana depois (dia 23) a Lua irá passar entre o planeta Marte e a estrela Espiga da constelação da Virgem. Finalmente na madrugada de dia 24 dá-se o quarto minguante. Dia 29 a Lua estará a 2 graus a sul do planeta Vénus que, por estes dias, se apresenta como estrela da manhã. Dois dias depois Mercúrio atinge o seu maior afastamento do Sol. Ao apresentar-se 18 graus a Leste do nosso astro rei ele será visível ao anoitecer.
Fernando J.G. Pinheiro (CGUC) - Ciência na Imprensa Regional / Ciência Viva
Este artigo foi igualmente publicado em wort.lu/pt
Se as condições meteorológicas o permitirem em lugares que sejam muito escuros será possível observar algumas dezenas de meteoros por hora. Estes meteoros parecem surgir de região do céu (o radiante) ocupada pela antiga constelação de Quadrans Muralis, daí o nome desta chuva de estrelas.
Actualmente esta parte do céu pertence à constelação do Boieiro. Nesta constelação destaca-se Arcturus, a quarta estrela mais brilhante do céu nocturno. Esta é uma estrela gigante alaranjada com 25,7 vezes o raio do Sol que, ao contrário deste, já terá esgotado todo o hidrogénio do seu núcleo.
Nesta região do firmamento encontramos outros objectos interessantes tais como Lambda Bootis, uma estrela com brilho variável e uma composição química peculiar (e por isso bastante estudada), e Épsilon Bootis um sistema estelar triplo. Este sistema estelar é composto por uma estrela amarela-alaranjada, outra azulada e ainda uma terceira estrela tão pouco brilhante que só é visível recorrendo a telescópios profissionais.
Durante a madrugada do dia 4 de Janeiro, a Terra atinge o seu periélio: o ponto da sua orbita mais próxima do Sol. Neste dia o planeta recebe mais 7% de energia do que fará no dia de maior afastamento do Sol (este ano a 3 de Julho).
No entanto tal diferença é pouco significativa em comparativamente à provocada pela variação da altura do Sol ao longo do ano, esta sim responsável pela existência de estações do ano.
Na noite de dia 5 Júpiter encontrar-se-á na direcção oposta à do Sol. Esta é dos períodos em que a Terra está mais perto de Júpiter.
Igualmente por estes dias encontramos Júpiter totalmente iluminado e, tal como sucede na Lua Cheia, iremos vê-lo bem alto no céu por volta da meia-noite. Assim esta é uma das melhores ocasiões para se observar Júpiter e as suas Luas.A Lua Nova marcou o primeiro dia deste mês de Janeiro e marca também o penúltimo. O quarto crescente tem lugar na madrugada de dia 8, com a Lua na constelação dos Peixes. Na madrugada de dia 16 de Janeiro ocorre a Lua Cheia, com esta junto à constelação do Caranguejo.
Já uma semana depois (dia 23) a Lua irá passar entre o planeta Marte e a estrela Espiga da constelação da Virgem. Finalmente na madrugada de dia 24 dá-se o quarto minguante. Dia 29 a Lua estará a 2 graus a sul do planeta Vénus que, por estes dias, se apresenta como estrela da manhã. Dois dias depois Mercúrio atinge o seu maior afastamento do Sol. Ao apresentar-se 18 graus a Leste do nosso astro rei ele será visível ao anoitecer.
Fernando J.G. Pinheiro (CGUC) - Ciência na Imprensa Regional / Ciência Viva
Este artigo foi igualmente publicado em wort.lu/pt
Etiquetas:
Arcturus,
Ciência Viva,
constelação do Boieiro,
estrela Espiga,
estrela Lambda Bootis,
Júpiter,
Lua,
Marte,
Mercúrio,
meteoritos,
periélio,
Quadrans Muralis,
Quarantídas,
sistema triplo Épsilon Bootis
terça-feira, 21 de maio de 2013
NASA divulga vídeo do impacto de um asteróide na Lua
A agência espacial norte-americana NASA divulgou esta segunda-feira um vídeo que mostra o impacto de um asteroide na Lua e que viajava a 90 mil quilómetros, causando uma explosão visível da Terra sem telescópio.
A NASA informou que o asteroide, que provocou a explosão no dia 17 de Março, pesava cerca de 40 quilos e media entre 30 e 40 centímetros de diâmetro.
O vídeo, mostra a maior colisão que já se observou na superfície lunar, captada por um satélite de observação da Lua.
Os cientistas destacaram que o brilho do impacto foi dez vezes maior do que algum jamais visto no satélite da Terra e que a explosão foi equivalente a cinco toneladas de dinamite.
O objecto espacial, do tamanho de uma pedra grande, atingiu a superfície lunar de Mare Imbrium, no dia 17 de Março.
“Qualquer pessoa que estivesse a observar a Lua conseguia ver a explosão sem ser preciso utilizar um telescópio”, concluiu a NASA.
A NASA informou que o asteroide, que provocou a explosão no dia 17 de Março, pesava cerca de 40 quilos e media entre 30 e 40 centímetros de diâmetro.
O vídeo, mostra a maior colisão que já se observou na superfície lunar, captada por um satélite de observação da Lua.
Os cientistas destacaram que o brilho do impacto foi dez vezes maior do que algum jamais visto no satélite da Terra e que a explosão foi equivalente a cinco toneladas de dinamite.
O objecto espacial, do tamanho de uma pedra grande, atingiu a superfície lunar de Mare Imbrium, no dia 17 de Março.
“Qualquer pessoa que estivesse a observar a Lua conseguia ver a explosão sem ser preciso utilizar um telescópio”, concluiu a NASA.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Programa russo para combater ameaças espaciais pronto no fim deste ano
Luxemburgo, Para o diretor do Instituto de Astronomia Aplicada, Aleksandr Ipatov, a Rússia deve melhorar seu sistema de observação de asteróides para poder oferecer uma resposta eficaz às ameaças espaciais. “Para criar esse sistema, é preciso, em primeiro lugar, catalogar todos os asteróides”, disse Ipatov.
Ler mais na página da Gazeta Russa
Foto/Vídeo: NASA
Subscrever:
Mensagens (Atom)