O Sistema Solar foi criado há cerca de 4,6 mil milhões de anos. Mas o que o originou e como se constituiu?
É o episódio 3 da temporada 3 da série "The Universe".
domingo, 13 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Astrofísicos americanos boicotam conferência da NASA
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| Geoff Marcy é um dos cientistas que boicota a conferência Foto: Nasa |
O boicote foi revelado pela imprensa britânica.
O professor de astronomia da Universidade da Califórnia, Geoff Marcy, disse esta semana à AFP que a exclusão dos cientistas chineses é "totalmente vergonhosa e contrária à ética".
"Não posso participar por razões de consciência numa conferência que discrimina, como esta faz", escreveu num e-mail dirigido aos organizadores do colóquio.
A conferência, que deverá decorrer entre 4 e 8 de Novembro, em Mountain View, na Calfórnia, vai tratar sobre a descoberta de exoplanetas com o telescópio americano Kepler. "Esta conferência trata de planetas que estão a biliões de km, sem nenhum aspecto vinculado à segurança nacional", acrescentou Marcy.
A NASA rejeitou as inscrições de cientistas chineses para a conferência com base na lei de Março do Congresso que interdita todos os cidadãos chineses de entrar em edifícios da agência espacial, explicou à France Presse John Logsdon, da agência espacial norte-americana.
No entanto, o redactor da lei, o congressista republicano Frank Wolf explicou em carta aberta ao chefe da Nasa, Charles Bolden, que a agência espacial "interpretou mal" o diploma, que "não impõe nenhuma restrição sobre as actividades de cidadãos chineses, a menos que estes sejam representantes oficiais do governo", o que não é o caso dos astrofísicos convidados para a conferência da Nasa.
Quem vai ganhar este braço-de-ferro, os astrofísicos ou a Nasa?
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Morreu Scott Carpenter, o segundo astronauta a orbitar a Terra
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| Foto: Reuters |
A mulher de Carpenter anunciou na quinta-feira ao jornal Vail Daily a morte do marido aos 88 anos, que se encontrava num hospício em Denver.
Com a morte de Carpenter, John Glenn é o único sobrevivente do Projecto Mercury, um programa espacial dos Estados Unidos, iniciado em 1959.
Carpenter foi um dos sete astronautas do Projecto Mercury e viajou no segundo voo à órbita da Terra, a 4 de Maio de 1962, pilotando a nave Aurora 7.
Na altura, estava no auge a guerra pela conquista do espaço entre Estados Unidos e a União Soviética. Em Abril de 1961, a União Soviética tinha enviado o cosmonauta Yuri Gagarin à órbita da Terra, que foi o primeiro homem a conseguir esse feito. Carpenter seria o segundo.
(Esta notícia foi igualmente publicada no site wort.lu/pt)
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Astrónomos descobrem planeta... perdido no espaço
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| Imagens: Institute for Astronomy/University of Hawaii |
O exoplaneta (exterior ao sistema solar), designado PSO J318.5-22, está apenas a 80 anos luz da Terra e tem seis vezes a massa de Júpiter. Imagem: Institute for Astronomy/University of Hawaii Formado há 12 milhões de anos, o planeta é considerado novo entre os seus pares. Em comparação, os cientistas estimam a idade da Terra em 4,5 mil milhões de anos.
“Nunca tínhamos visto antes um objecto a flutuar livremente no espaço com este aspecto. Tem todas as características dos jovens planetas descobertos ao redor de outras estrelas, mas vagueia completamente só”, disse o chefe da equipa de investigadores, Michael Liu, do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawai, em Manoa.
“Questionei-me muitas vezes se estes objectos solitários existiriam e agora sabemos que sim”, afirmou. Os investigadores, cujo trabalho foi publicado no “Astrophysical Journal Letters”, acreditam que o novo planeta tenha uma massa mais leve do que os restantes corpos que flutuam livremente.
Durante a última década, os investigadores descobriram 987 planetas extrassolares, mas apenas meia-dúzia destes se observou directamente, já que muitos orbitam em torno de jovens estrelas a menos de 200 milhões de anos e emitem muita luz.
(Este artigo foi igualmente publicado no site wort.lu/pt )
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Quer baptizar um planeta?
Já pensou em ser padrinho de um planeta ou de uma estrela? É o que propõe agora a União Astronómica Internacional (UAI).
Há actualmente cerca de 986 exoplanetas que foram já descobertos pelos astrónomos da Terra e centenas de estrelas sem nome.
Pouquíssimos astros têm nomes e a sua denominação é-lhe dada pelos cientistas que os descobrem. As estrelas têm frequentemente um número, ou o nome dos telescópios que os descobriram, e os exoplanetas "herdam" esse nome ou esse número, ao qual é depois acrescentada uma letra que significa em que ordem foram descobertos no sistema estelar do qual fazem parte.
Para dar um nome a uma estrela, um planeta, uma lua ou um astro basta enviar uma sugestão para o e-mail: iaupubli@iap.fr
A UAI propõe desde Agosto que os internautas lhe escrevam a sugerir nomes para astros que estão a ser descobertos.
Em Abril, a UAI publicou uma declaração em que anunciava que não reconhecia nenhum dos nomes propostos por sites e astrónomos amadores para exoplanetas.
Mas a UAI recebeu imensas reacções negativas, que diziam que a UAI também não era competente em arrogar-se a exclusividade e o monopólio de nomear planetas. Além disso, denunciavam, em 18 anos de descobertas de explanetas, a entidade nunca foi capaz de criar uma única regra para a numenclatura desses corpos celestes.
Em Agosto, a UAI fez marcha atrás na sua decisão, colocou uma morada email ao dispor dos internautas, e propõe agora nomear os exoplanetas com a ajuda destes. Em menos de dois meses recebeu já duas mil propostas provenientes de todo o mundo.
A UAI prometeu também criar o mais brevemente possível uma numenclatura oficial, com regras precisas, para a denominação de corpos celestes.
Os organismos que quiserem lançar uma campanha para baptizar um corpo celeste também o podem fazer, sob a égide da UAI.
Mas há critérios: a campanha não pode ter fins lucrativos, deve dirigir-se a todo o planeta (regra feita a pensar sobretudo em iniciativas americanas feitas a pensar na população doméstica),
A UAI e o Minor Planet Center definiram as regras para os nomes propostos:
- Não podem ter mais de 16 caracteres
- Devem ser, preferencialmnte, uma só palavra
- Não devem ser um insulto em nenhuma língua
- Devem ser pronunciáveis no máximo de línguas possível
- Não assemelhar-se demasiado com nomes já existentes
- Os nomes de animais domésticos é desaconselhado
- São proibídos os nomes comerciais, referências a eventos, personalidades ou lugares políticos ou militares
A UAI e o Minor Planet Center advertem que caso um nome seja aprovado, isso não retirará o nome científico ao planeta.
Há actualmente cerca de 986 exoplanetas que foram já descobertos pelos astrónomos da Terra e centenas de estrelas sem nome.
Pouquíssimos astros têm nomes e a sua denominação é-lhe dada pelos cientistas que os descobrem. As estrelas têm frequentemente um número, ou o nome dos telescópios que os descobriram, e os exoplanetas "herdam" esse nome ou esse número, ao qual é depois acrescentada uma letra que significa em que ordem foram descobertos no sistema estelar do qual fazem parte.
Para dar um nome a uma estrela, um planeta, uma lua ou um astro basta enviar uma sugestão para o e-mail: iaupubli@iap.fr
A UAI propõe desde Agosto que os internautas lhe escrevam a sugerir nomes para astros que estão a ser descobertos.
Em Abril, a UAI publicou uma declaração em que anunciava que não reconhecia nenhum dos nomes propostos por sites e astrónomos amadores para exoplanetas.
Mas a UAI recebeu imensas reacções negativas, que diziam que a UAI também não era competente em arrogar-se a exclusividade e o monopólio de nomear planetas. Além disso, denunciavam, em 18 anos de descobertas de explanetas, a entidade nunca foi capaz de criar uma única regra para a numenclatura desses corpos celestes.
Em Agosto, a UAI fez marcha atrás na sua decisão, colocou uma morada email ao dispor dos internautas, e propõe agora nomear os exoplanetas com a ajuda destes. Em menos de dois meses recebeu já duas mil propostas provenientes de todo o mundo.
A UAI prometeu também criar o mais brevemente possível uma numenclatura oficial, com regras precisas, para a denominação de corpos celestes.
Os organismos que quiserem lançar uma campanha para baptizar um corpo celeste também o podem fazer, sob a égide da UAI.
Mas há critérios: a campanha não pode ter fins lucrativos, deve dirigir-se a todo o planeta (regra feita a pensar sobretudo em iniciativas americanas feitas a pensar na população doméstica),
A UAI e o Minor Planet Center definiram as regras para os nomes propostos:
- Não podem ter mais de 16 caracteres
- Devem ser, preferencialmnte, uma só palavra
- Não devem ser um insulto em nenhuma língua
- Devem ser pronunciáveis no máximo de línguas possível
- Não assemelhar-se demasiado com nomes já existentes
- Os nomes de animais domésticos é desaconselhado
- São proibídos os nomes comerciais, referências a eventos, personalidades ou lugares políticos ou militares
A UAI e o Minor Planet Center advertem que caso um nome seja aprovado, isso não retirará o nome científico ao planeta.
domingo, 6 de outubro de 2013
DD - Documentários ao Domingo : Como viver no espaço?
Uma vez conquistada a distância na nossa galáxia, como vamos viver no espaço? Em luas, asteróides, em bases subterrâneas ou em domos ou cúpulas?
O documentário de hoje propõe reflectir sobre esse futuro não muito distante.
É o episódio 7 da temporada 3 da série "The Universe".
O documentário de hoje propõe reflectir sobre esse futuro não muito distante.
É o episódio 7 da temporada 3 da série "The Universe".
sábado, 5 de outubro de 2013
Que tempo faz em Kepler 7b ?
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| Kepler 7b (à esquerda) em comparação com Júpiter (à direita) |
Os meteorologistas nem sempre acertam na previsão do estado do tempo no nosso planeta. Mas quando os exo-meteorologistas trabalham com astrónomos, tentam até entender qual vai ser o estado do tempo num planeta a mais de mil anos-luz de nós.
Uma equipa da Nasa e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) publicou esta semana no Astrophysical Journal Letters a cartografia das nuvens desse exoplaneta (exterior ao nosso sistema solar), que orbita em torno da estrela Kepler 7.
Esta é uma estrela semelhante ao nosso Sol (anã amarela), mas 84% maior e com 35% mais massa. No nosso céu nocturno, o astro situa-se na Constelação da Lira, mas, devido à sua distância, não é visível a olho nu.
Descoberto em Janeiro de 2010 pelo telescópio espacial que lhe dá o nome, Kepler 7b é um gigante gasoso do tipo do nosso Júpiter, que é o maior planeta do nosso sistema solar.
Kepler 7b tem o dobro do tamanho de Júpiter e uma órbita muito mais próxima da sua estrela (órbita de 5 dias) do que Júpiter do nosso Sol (órbita de 12 anos), o que os cientistas chamam de um "Hot Jupiter" (Júpiter Quente).
Este mapa da meteorologia de Kepler 7b mostra que as suas nuvens não são iguais às da Terra. Contrariamente às do nosso planeta, estas nuvens estão numa alta altitude e são praticamente imóveis, o que faz com que o tempo neste planeta seja espantosamente estável.
Kepler 7b tem, no entanto, menos massa que Júpiter e uma densidade tão baixa que poderia boiar num oceano. A temperatura do planeta é de 900°C.
A observação demorou três anos e foi feito pelos telescópios orbitais Kepler e Spitzer, ambos da Nasa.
Esta técnica vai agora ser utilizada para estudar a atmosfera noutros exoplanetas semelhantes à Terra.
Cientistas da Nasa tinham já calculado a temperatura em vários exoplanetas, mas esta é a primeira vez que são avistadas nuvens num planeta fora do nosso sistema solar.
As equipas da Nasa e do MIT explicam que os cientistas na Terra já não se contentam apenas de descobrir novos exoplanetas, agora tentam entender como são e funcionam.
domingo, 29 de setembro de 2013
DD - Documentários ao Domingo : O nosso lugar na Via Láctea
Desta vez, apresentamos um dos episódios da série "The Universe", do canal de televisão "The History Channel".
Escolhemos começar por um dos episódios mais interessantes, que tentam explicar que não sabemos tão bem como isso a localização exacta do nosso sistema solar na nossa galáxia, a Via Láctea. Trata-se do episódio 3 da 7a temporada.
Disfrutem!
Escolhemos começar por um dos episódios mais interessantes, que tentam explicar que não sabemos tão bem como isso a localização exacta do nosso sistema solar na nossa galáxia, a Via Láctea. Trata-se do episódio 3 da 7a temporada.
Disfrutem!
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Fique a saber como ver a passagem da ISS - Estação Espacial Internacional
O turismo espacial ainda é um sonho para a maioria dos mortais, mas para os interessados em observar a Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), a Nasa está a ajudar na tarefa.
A Nasa lançou em 2012, um serviço que informa aos interessados quando a ISS é visível.
Os interessados podem inscrever-se no site da Nasa e passam a receber um e-mail algumas horas antes da ISS ser visível no céu.
Na hora comunicada pela Nasa, os assinantes do serviço devem apenas sair de casa e olhar para o céu nocturno e avistarem a passagem da ISS, sem necessitarem de recorrerem a nenhum instrumento ou equipamento especial.
"É impressionante ver a estação espacial sobrevoar-nos e perceber que o Homem construiu um complexo orbital que pode ser visto da Terra por quase todos", comenta na altura da inauguração deste serviço William Gerstenmaier, administrador associado da Nasa para a exploração humana e operações.
A ISS costuma ser visível ao amanhecer ou entardecer, quando a Lua é o corpo celeste mais luminoso. A estação é vista como um ponto de luz que se move rapidamente, semelhante a Vénus, explica a Nasa.
O serviço Spot the Station está disponível para todos, afirma a agência, segundo a qual a trajectória da estação cobre mais de 90% da população terrestre.
O registo deve ser feito na página spotthestation.nasa.gov
domingo, 22 de setembro de 2013
DD - Documentários aos Domingo : Ir a Marte e retomar a exploração espacial
Desde que o programa espacial Apollo, da NASA, foi interrompido no início dos anos 1970, a conquista espacial tem-se ficado pela órbita baixa da Terra. É assim há 40 anos.
Há toda uma geração de cientistas e entusiastas da conquista espacial que acreditam que foram quatro décadas perdidas e que hoje, mais do que nunca, necessário voltar a dar "um grande salto" (giant leap) até ao planeta mais próximo propício à exploração: Marte.
Este é um documentário do realizador James Cameron sobre os cientistas que acreditam que esse é o nosso próximo grande passo no espaço.
Há toda uma geração de cientistas e entusiastas da conquista espacial que acreditam que foram quatro décadas perdidas e que hoje, mais do que nunca, necessário voltar a dar "um grande salto" (giant leap) até ao planeta mais próximo propício à exploração: Marte.
Este é um documentário do realizador James Cameron sobre os cientistas que acreditam que esse é o nosso próximo grande passo no espaço.
sábado, 21 de setembro de 2013
Sonda chinesa na Lua antes do final de 2013
A China quer enviar até ao final de 2013 a sua primeira sonda espacial com o objectivo de pousar em solo lunar.
As fases de elaboração e construção para a missão sem tripulantes Chang'e-3 terminaram e entrou oficialmente na fase de lançamento, anunciou em Agosto a Agência do Estado para a Ciência, Tecnologia e Indústria, segundo a agência oficial de imprensa chinesa, Xinhua.
O lançamento da sonda, a primeira chinesa a pousar na Lua, deverá acontecer desde o centro espacial de Xichang.
A técnica para diminuir a velocidade e permitir à sonda pousar no nosso satélite natural ainda não foi revelada.
Na mitologia chinesa, Chang'e é o nome de uma mulher que vivia na Lua, num palácio de jade. A China tinha já baptizado com o mesmo nome duas sondas espaciais lançadas em 2007 e 2010 para observar a Lua.
A China prepara igualmente missões tripuladas para a Lua, antes do fim desta década.
Será que veremos brevemente na Lua uma bandeira do Império do Meio içada ao lado da americana?
As fases de elaboração e construção para a missão sem tripulantes Chang'e-3 terminaram e entrou oficialmente na fase de lançamento, anunciou em Agosto a Agência do Estado para a Ciência, Tecnologia e Indústria, segundo a agência oficial de imprensa chinesa, Xinhua.
O lançamento da sonda, a primeira chinesa a pousar na Lua, deverá acontecer desde o centro espacial de Xichang.
A técnica para diminuir a velocidade e permitir à sonda pousar no nosso satélite natural ainda não foi revelada.
Na mitologia chinesa, Chang'e é o nome de uma mulher que vivia na Lua, num palácio de jade. A China tinha já baptizado com o mesmo nome duas sondas espaciais lançadas em 2007 e 2010 para observar a Lua.
A China prepara igualmente missões tripuladas para a Lua, antes do fim desta década.
Será que veremos brevemente na Lua uma bandeira do Império do Meio içada ao lado da americana?
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| Fotomontagem |
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
NASA prepara duas novas sondas para explorar Marte
A Nasa prepara duas novas sondas para explorar Marte.
A sonda Maven (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) deverá ser lançada a 18 de Novembro.
Construída pela empresa de aeronáutica americana Lockheed Marti, a Maven terá como missão estudar a atmosfera marciana e as suas interacções com os ventos solares.
A agência espacial francesa CNES participa igualemente nesta missão.
Após a Maven, seguirá na sua senda a sonda InSight, em 2016.
InSight terá como missão explorar e analisar o subsolo do planeta vermelho, nomeadamente graças a um sismógrafo, daí a escolha do local de aterragem ser tão importante. O local deverá ter em conta a acessibilidade do Rover, a segurança do aparelho e a taxa de insolação, de modo a que a sonda possa conseguir alimentação suficiente do sistema fotovoltaico em energia solar para conseguir efectuar as suas tarefas.
A Nasa reduziu a selecção das 22 melhores zonas onde aterrar para quatro. Todos os potenciais locais se situam junto ao equador, numa região com cerca de 130 por 27 km, na zona de Elysium Planitia.
A camera Hirise da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) vai cartografar essas zonas.
A Missão InSight será uma colaboração da Nasa, com a Cnes e a agência espacial alemã DLR. Os franceses contribuem com o "Seis" (Seismic Experiment for Interior Structure), que medirá o movimento sísmico marciano, e os alemães fornecerão o HP3 (Heat Flow and Physical Properties Package), que conseguirá medir a temperatura do subsolo de Marte até 5 metros de profundidade.
A sonda Maven (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) deverá ser lançada a 18 de Novembro.
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| Imagem: Lockhead Martin |
Construída pela empresa de aeronáutica americana Lockheed Marti, a Maven terá como missão estudar a atmosfera marciana e as suas interacções com os ventos solares.
A agência espacial francesa CNES participa igualemente nesta missão.
Após a Maven, seguirá na sua senda a sonda InSight, em 2016.
InSight terá como missão explorar e analisar o subsolo do planeta vermelho, nomeadamente graças a um sismógrafo, daí a escolha do local de aterragem ser tão importante. O local deverá ter em conta a acessibilidade do Rover, a segurança do aparelho e a taxa de insolação, de modo a que a sonda possa conseguir alimentação suficiente do sistema fotovoltaico em energia solar para conseguir efectuar as suas tarefas.
A Nasa reduziu a selecção das 22 melhores zonas onde aterrar para quatro. Todos os potenciais locais se situam junto ao equador, numa região com cerca de 130 por 27 km, na zona de Elysium Planitia.
A camera Hirise da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) vai cartografar essas zonas.
A Missão InSight será uma colaboração da Nasa, com a Cnes e a agência espacial alemã DLR. Os franceses contribuem com o "Seis" (Seismic Experiment for Interior Structure), que medirá o movimento sísmico marciano, e os alemães fornecerão o HP3 (Heat Flow and Physical Properties Package), que conseguirá medir a temperatura do subsolo de Marte até 5 metros de profundidade.
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| Nos últimos 50 anos, foram enviados cerca de 40 sondas para Marte, principalmente americanas e russas. Na imagem, alguns desses locais e a zona onde deverá aterrar a sonda InSight |
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